quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Escutas a “Belém”: Então o porquê do afastamento do assessor?

Como os nossos leitores já se aperceberam, ao longo deste tempo, o nosso blog não é dado a politiquices. Muito pontualmente abordamos alguns aspectos da politica nacional, mas sempre sem opinar a favor de A ou B.
No entanto, vamos hoje abrir uma excepção devida, essencialmente, ao incendiar das relações entre Belém e o Governo e há utilização política que está a ser feita tanto pelos partidos políticos como pela comunicação social.
Depois de ouvir atentamente o comunicado do Presidente da Republica, numa hora de crise económica nacional e internacional e onde mais do que nunca a união deveria ser o ponto de interesse nacional, independentemente das ideologias politicas. Infelizmente para todos nós, não foi o Presidente de Todos os Portugueses, mas sim, e parafraseando Alberto João Jardim, o Sr. Silva, quem ontem fez o comunicado ao país.
Interrogamo-nos: Se o culpado e inventor das ditas escutas foi o governo e/ou o seu partido politico, neste caso o PS, o porquê do afastamento do seu assessor de imprensa?
Como diria o Prof. Medina Carreira, o comunicado não passou de mais "um prato de sopa" para alimentar o povo, neste momento conturbado da política nacional, pois nada esclareceu e mais desgasta e desprestigia as instituições.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Filhos da ignorância

Ao longo de milhares de anos a maior ambição do ser humano era o conhecimento. Perseguiu-o afincadamente, pois o acesso ao mesmo era inacessível à maioria.
Nunca, como hoje, esse acesso foi tão fácil a todos e ao mesmo tempo tão desprezado.
Hoje não se conhece, mas julga-se conhecer e pior que tudo, tem-se opinião.
Talvez, nunca como hoje a ignorância esteja tão presente na maioria. Deixamos aqui, algumas "pérolas do conhecimento” que gravita actualmente:
• Para fazer uma divisão basta multiplicar subtraindo.
• Em 2020 a caixa de previdência já não tem dinheiro para pagar aos reformados, graças à quantidade de velhos que não querem morrer.
• Newton foi um grande ginecologista e obstetra europeu que regulamentou a lei da gravidez e estudou os ciclos de Ogino-Knaus.
• O Princípio de Arquimedes: qualquer corpo mergulhado na água, sai completamente molhado.
• A Terra vira-se nela mesma, e esse difícil movimento chama-se arrotação.
• Quando o olho vê, não sabe o que está a ver, então ele amanda uma foto eléctrica para o cérebro que lhe explica o que está a ver.
• O hipopótamo comanda o sistema digestivo e o hipotálamo é um bicho muito perigoso.
• A água tem uma cor inodora.
• A baleia é um peixe mamífero encontrado em abundância nos nossos rios.
• A Latitude é um circo que passa por o Equador, dos zero aos 90º.
• O caudal de um rio, é quando um rio vai andando e deixa um bocadinho para trás.
• Uma tonelada pesa pelo menos 100Kg de chumbo.
• O metro é a décima milionésima parte de um quarto do meridiano terrestre e para o cálculo dar certo arredondaram a Terra.
• A História divide-se em 4: Antiga, Média, Momentânea e Futura, a mais estudada hoje.
• O teste do carbono 14 permite-nos saber se antigamente alguém morreu.
• O pai de D. Pedro II era D. Pedro I, e de D. Pedro I era D. Pedro 0 (zero).
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O uso do PRESERVATIVO no casamento

O número de PRESERVATIVOS usados a cada ano para evitar a gravidez no casamento é de 3 bilhões, 12% do total dos 24 bilhões de PRESERVATIVOS necessários, segundo informações do Population Reports – Population Information Program, The Johns Hopkins School of Public Health.
Muitas esposas acreditam, mas não têm certeza absoluta, que participam de uma relação monogâmica. Nas relações duradouras, o pedido para usar preservativo poderia dar a ideia de desconfiança e não de preocupação com o bem-estar do outro.
Geralmente os casais usam PRESERVATIVOS no início da relação, mas passam para outro método anticoncepcional quando existe mais confiança e quando diminui a preocupação com as DST’s. É comum encontrar casais que usam PRESERVATIVOS durante os primeiros três meses da relação e desde que ambos apresentem teste negativo para o HIV, deixam de usá-lo.
No entanto, as pessoas precisam aprender a discutir o sexo de maneira directa. Apesar de alguns casais conversarem sobre sexo e tomarem juntos a decisão quanto ao uso do PRESERVATIVO, grande parte da comunicação é indirecta.
Os parceiros que não mantêm um diálogo directo enfrentam maior risco de contraírem as DST’s do que aqueles adeptos da conversa franca. A falta de comunicação impede um comportamento preventivo eficaz.

Fonte: Eliane Marçal, psicóloga clínica
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E se fosse eu que fosse invisual?

Pensamos que é uma das "tais coisas" em que nos devemos empenhar e sentir que podemos ser úteis, para além de devermos também pensar: "E se fosse eu que fosse invisual? Também gostava de ter essas indicações, ou não gostaria?
Recebemos um e-mail sobre as pessoas invisuais, a alertar para a dificuldade que têm em, simplesmente, irem ao Supermercado!... Surpreendidos? São das tais coisa em que nunca pensamos.
Realmente, tudo seria muito mais fácil para eles se, ao lado dos preços, fossem colocadas placas em Braille que, no mínimo, lhes indicassem os tipos de produtos!
Isto, sem falar, obviamente, dos “designs” de todos os instrumentos que “deambulam” pelos corredores e são um perigo real para quem não vê, tais como um simples “porta-senhas” preso a uma parede, e que não é detectado pela bengala de um invisual...
Apenas uma simples “placa” em Braille.
Que tal se fizéssemos uma petição e a enviássemos à Assembleia para que os deputados votassem algo neste sentido?! Aqui vai o 1º passo!

Caso este interessado(a) em assinar essa petição, contacte-nos e far-lhe-emos chegar uma cópia da petição.

Obrigado em nome de todos os invisuais deste país.

11 de Setembro de 2001





Passam hoje oito anos sobre os ataques terroristas de 11 de Setembro nos Estados Unidos da América em 2001.
Ataques suicidas, coordenados pela Al-Qaeda contra alvos civis no World Trade Center em Manhattan (Nova York) e Pentágono (Condado de Arlington, Virgínia).
Imagens a não esquecer

Fotos: AP/ Wide World Photos - Carmen Taylor, Kathy Willens, Shawn Baldwin

sábado, 5 de setembro de 2009

Ensaio sobre a cegueira II

Na continuação da leitura atenta da actual conjuntura, derivada de uma estrutura à muito decadente, continua a ser nossa convicção que após a actual reconversão económica mundial, nada voltará a ser como antes e Portugal tende a não ter emenda, nem a aprender.
Tendemos a continuar um país que não se governa... nem se deixa governar.
Já no século III a.C., um general romano em carta endereçada ao imperador, quando da conquista da Península Ibérica, escrevia: «Há, na parte mais ocidental da Ibéria, um povo muito estranho, não se governa nem se deixa governar!». Protagonistas de uma história prodigiosa em certos aspectos, teima-mos, contudo, em provar que o general romano tinha (e continua a ter) razão.
Em plena campanha eleitoral para as legislativas e se tivermos em linha de conta, as notícias do que «agrada» ou «alarma», «estarrece» ou «entusiasma», temos de chegar à conclusão de que somos, de facto, um povo estranho. Muito estranho mesmo...
Até agora tudo foi mal feito ou não serve, mas… ninguém apresenta alternativas ou limita-se a afirmar que o já em execução ou programado para o futuro, não serve.
A cegueira aumenta a “olhos vistos”.
A saúde, a educação, a justiça e os aspectos sociais continuam a ser as maiores armas de arremesso político em Portugal.
São usadas, na maioria das vezes, sem peso nem medida com a consciência da importância que qualquer decisão relativa a estes sectores tem junto da população e, consequentemente, dos eleitores.
E assim, este povo estranho… muito estranho mesmo… continua a adiar o seu futuro.