quinta-feira, 29 de abril de 2010

sexta-feira, 23 de abril de 2010

terça-feira, 16 de março de 2010

The Breathing Earth Simulation

Um mapa-mundo impressionante...
Curiosa a relação de nascimentos/mortes em cada fracção de tempo em cada país.
Basta colocar o ponteiro do rato e clicar no país pretendido...
Além de indicar quantos nascem e morrem no mundo a cada instante, indica a população de cada país e as emissões de CO2.
É impressionante o movimento na China e na Índia...
Se verificarem bem, constatarão que a população da Europa não se consegue substituir. Em contrapartida, a África e a Ásia não param de aumentar.
Clicar no link abaixo:
http://www.breathingearth.net/

segunda-feira, 8 de março de 2010

O Fundo da Linha




O oceano profundo é o maior ecossistema do planeta, porém, continua amplamente inexplorado. Quanto mais desvendamos os seus mistérios, mais descobrimos o quão único este mundo estranho realmente é.

Fonte: Greenpeace Portugal

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

"A pé para a escola (Walk to School Portugal)"

Nos últimos anos tem-se vindo a assistir a uma quebra dramática do modo pedonal no acesso à escola por parte dos alunos. A tomada e largada de alunos nas escolas pelos seus pais, cada um no seu automóvel, têm-se tornado num grave problema de gestão da mobilidade, de segurança rodoviária e organização do espaço público junto às entradas das escolas. A estes problemas juntam-se, ainda, as consequências nefastas em termos de saúde e desenvolvimento social das crianças, para além de contrariar objectivos de sustentabilidade.

O projecto visa criar um modelo local de intervenção social, replicável, que permita promover a sensibilização e mudança comportamental da comunidade escolar relativamente às deslocações pendulares casa-escola. Neste contexto, o projecto visa a criação e aplicação de estratégias e medidas para facilitar as deslocações pedonais, num processo de capacitação que envolve as comunidades e as instituições locais.

De forma genérica, pretende proporcionar aos alunos do 1.º ciclo do Ensino Básico maior autonomia relativamente às suas famílias para se deslocarem de casa para a escola, dotando-os e sensibilizando os com as seguintes noções:

• Orientação em espaço público;
• Segurança rodoviária;
• Cidadania, utilização e respeito do espaço público;
• Sustentabilidade;
• Saúde.

De forma específica, o projecto visa:
1. Desenvolver novas capacidades e desempenhos junto de grupos de cidadãos (nomeadamente alunos, professores, reformados, …), organizações (escolas, autarquias, polícia de segurança pública, direcções regionais de educação, bombeiros, associações desportivas e culturais, centros de saúde, etc.) e tecido empresarial, promovendo uma atitude de participação construtiva no espaço público.
2. Incentivar novas políticas a nível municipal que contribuam para uma melhor acessibilidade das crianças às escolas em condições de equidade e segurança, aumentando a coesão social assente nos valores de inclusão, nomeadamente ao nível da atenção particular que deverá ser dada ao conforto e segurança dos percursos escolares de proximidade.
3. Proporcionar uma mobilidade mais sustentável traduzida num espaço público mais seguro e amigável às deslocações a pé.
4. Construir, testar e aferir um modelo de intervenção social orientado para a institucionalização dos princípios da sustentabilidade e da GM sustentável que possa ser transferido para as autarquias dos municípios participantes.
5. Transferir e divulgar as experiências colhidas no âmbito do projecto para futuras replicações, alargando-as ao território dos demais municípios que o queiram replicar, chamando à participação as Direcções Regionais de Educação, na tentativa de que o objectivo do projecto venha a ser considerado nos currículos leccionados.


Fonte: Projecto "A pé para a escola (Walk to School Portugal)"

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

AS MAZELAS (de Rosa Lobato Faria)

Aos 77 anos, como é natural, aparecem-nos todas as mazelas. Insignificâncias, uma dor aqui, uma dor ali, nas costas, na perna, na cabeça, uma pequena coisa na pele, na unha, no olho. Não ligo nenhuma. Porque a minha pior mazela é não acreditar que tenho 77 anos.
Eu bem me farto de dizer aos quatro ventos a minha idade para ver se interiorizo esse facto, mas, por dentro, estou na casa dos trinta, vá lá quarenta, e não passo daí.
Setenta e sete anos? Que louura!
Tenho sempre tanta coisa para fazer, para acabar, para ler, para escrever, tanto lugar para visitar. Tanto Museu para ver e depois as mazelas – aí!-, mas vou, porque tenho trinta anos e, evidentemente, tenho que ir.
Não tenho a noção de ser uma senhora velha. Digo, «estava lá uma velhota», ou «imaginem que uma velha»... Estou a falar de pessoas provavelmente mais novas do que eu, mas não me enxergo. Até quando irá durar esta idade subjectiva que não me deixa envelhecer tranquilamente.
Só quando me oferecem o braço (já caí na rua e parti a perna, mas nem assim...), quando não me dirigem galanteios (que estranho!), acordo para a realidade, aí, é verdade, tenho 77 anos, que maçada...
Ultimamente, tive (ou tenho, ainda não percebi) cancro de mama. Como acho que Deus não me ia mandar esta doença só para me chatear, abri uma campanha de sensibilização (televisão incluída), para que as mulheres façam mamografias. Transformei a porcaria da doença numa coisa positiva.
Passei os trâmites habituais operação, radioterapia, etc., tudo pacífico.
Ainda por cima, o médico disse-me que era pouco provável que o cancro me matasse, porque, na minha idade, as células já não são o que eram...
Aí, sim?
Tenho 77 anos, que alegria!

Publicado em WOMEN'S PRATICE (Um dos últimos textos assinados por Rosa Lobato Faria, pouco tempo antes da sua morte)

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A nova língua portuguesa

Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar aos negros “afro-americanos”, com vista a acabar com as raças por via gramatical, isto tem sido um fartote pegado.
Em Portugal a moda, também, pegou.
As criadas dos anos 70 passaram a “empregadas domésticas” e preparam-se agora para receber a menção de “auxiliares de apoio doméstico”. De igual modo, extinguiram-se nas escolas os “contínuos” que passaram todos a “auxiliares da acção educativa” e em 2009 passaram a chamar-se “assistentes operacionais”.
Os vendedores de medicamentos, com alguma prosápia, tratam-se por “delegados de informação médica”. E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes para “técnicos de vendas “.
O aborto passou a “interrupção voluntária da gravidez”.
Os gangs são “grupos de jovens”.
Os operários repentinamente passaram a “colaboradores” e as fábricas vistas do interior são “unidades produtivas”, vistas do exterior são “centros de decisão nacionais”.
O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à “iliteracia” galopante.
Dos comboios desapareceram, a 1.ª e 2.ª classe. Para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes “Conforto” e “Turística”.
A Ágata, rainha do pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...». Agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da melodia: «Tenho uma família monoparental...».
Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas». Diz-se modernamente que têm um “comportamento disfuncional hiperactivo”. Do mesmo modo, e para felicidade dos encarregados de educação, os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas. Tais estudantes serão, quando muito, “crianças de desenvolvimento instável”.
Infelizmente, ainda, há cegos, mas como a palavra é considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado “invisual” (o termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar “inauditivos” aos surdos - mas o politicamente correcto marimba-se para as regras gramaticais...)
As putas passaram a ser “senhoras de alterne”.
Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em “implementações”, “posturas pró-activas”, “políticas fracturantes” e outros barbarismos da linguagem.
E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.
Estamos lixados com este novo português. Não admira que o pessoal tenha cada vez mais esgotamentos e stress. Já não se diz o que se pensa, tem de se pensar o que se diz de forma politicamente correcta.
E falta ainda esclarecer que os idiotas e imbecis passam a designar-se por "indivíduos com atitude não vinculativa". Os mentirosos passam a ser "pessoas com muita imaginação"
Os que fazem desfalques nas empresas e são descobertos são "pessoas com grande visão empresarial mas que estão rodeados de invejosos". Para autarcas e políticos, não afirmarem que «eu tenho impunidade judicial», passaram a afirmar "estar de consciência tranquila". O conceito de corrupção organizada foi substituído pela palavra "sistema".

Fonte: Anónimo Internet

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Carnaval brasileiro: As raízes são portuguesas

Os carros alegóricos que se vêem no Sambódromo do Rio e de São Paulo e os bonecos gigantes de Olinda têm origem no mesmo lugar, ou seja, na aldeia de Castedo (vale do Rio Douro / Portugal).

Saiba mais aqui.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Portugal: O país da agnosia

A possível nomeação de Vítor Constâncio para vice-presidente do Banco Central Europeu já terá sido assegurada por Berlim, segundo a imprensa alemã de hoje.
De acordo com o jornal Wirtschaftswoche, que cita fontes próximas dos bancos centrais, para a reunião informal da União Europeia (UE) que decorre quinta-feira, a chanceler alemã Angela Merkel já terá reunido um "largo consenso" a favor da nomeação do português Vítor Constâncio.
Constâncio segue as pisadas de Guterres, Sampaio e outros, que no nosso país, não passavam de… na “sabedoria popular” de “bestas incompetentes”.
Continuamos a ser um povo estranho, muito estranho mesmo…

A revolta de Fernando Nobre no III Congresso de Economistas

O presidente da AMI, Fernando Nobre, criticou a posição das associações patronais que se têm manifestado contra aumentos no salário mínimo nacional. Na sua intervenção no III Congresso Nacional de Economistas, Nobre considerou "completamente intolerável" que exista quem viva "com pensões de 300 ou menos euros por mês", e questionou toda a plateia se "acham que algum de nós viveria com 450 euros por mês?"
Numa intervenção que arrancou aplausos aos vários economistas presentes, Fernando Nobre disse que não podia tolerar "que exista quem viva com 450 euros por mês", apontando que se sente envergonhado com "as nossas reformas".
"Os números dizem 18% de pobres... Não me venham com isso. Não entram nestes números quem recebe os subsídios de inserção, complementos de reforça e outros. Garanto que em Portugal temos uma pobreza estruturada acima dos 40%, é outra coisa que me envergonha..." disse ainda.
"Quando oiço o patronato a dizer que o salário mínimo não pode subir… algum de nós viveria com 450 euros por mês? Há que redistribuir, diminuir as diferenças. Há 100 jovens licenciados a sair do país por mês, enfrentamos uma nova onda emigratória que é tabu falar. Muitos jovens perderam a esperança e estão à procura de novos horizontes... e com razão", salientou Fernando Nobre.
O presidente da AMI, visivelmente emocionado com o apelo que tenta lançar aos economistas presentes no Funchal, pediu mesmo que "pensem mais do que dois minutos em tudo isto". Para Fernando Nobre "não é justo que alguém chegue à sua empresa e duplique o seu próprio salário ao mesmo tempo que faz uma redução de pessoal. Nada mais vai ficar na mesma", criticou, garantindo que a sociedade "não vai aceitar que tudo fique na mesma".
No final da sua intervenção, Fernando Nobre apontou baterias a uma pequena parte da plateia, composta por jovens estudantes, citando para isso Sophia de Mello Breyner. "Nada é mais triste que um ser humano mais acomodado", citou, virando-se depois para os jovens e desafiando-os: "Não se deixem acomodar. Sejam críticos, exigentes. A vossa geração será a primeira com menos do que os vossos pais".
Fernando Nobre ainda atacou todos aqueles que "acumulam reformas que podem chegar aos 20 mil euros quanto outros vivem com pensões de 130, 150 ou 200 euros... Não é um Estado viável. Sejamos mais humanos, inteligentes e sensíveis".

Fonte: i

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Beba água em jejum

Hoje é muito popular, no Japão, beber água imediatamente após o acordar.
Além disso, a evidência científica tem demonstrado estes valores.
Abaixo divulgamos uma descrição da utilização da água para os nossos leitores.
Para doenças antigas e modernas, este tratamento com água tem sido muito bem sucedido.
Para a sociedade médica japonesa, uma cura de até 100% para as seguintes doenças:
Dores de cabeça, dores no corpo, problemas cardíacos, artrite, taquicardia, epilepsia, excesso de gordura, bronquite, asma, tuberculose, meningite, problemas do aparelho urinário e doenças renais, vómitos, gastrite, diarreia, diabetes, hemorróidas, todas as doenças oculares, obstipação, útero, câncer e distúrbios menstruais, doenças de ouvido, nariz e garganta.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

WWF for a living planet

A WWF é uma das organizações independentes de conservação da natureza mais importantes a nível mundial. Tem cerca de 5 milhões de apoiantes e está activa nos cinco continentes em mais de 100 países.
O estilo único da WWF combina objectivos globais com critérios científicos, experiência e rigor, envolve acção a todos os níveis, do local ao global e apresenta soluções inovadoras que visam a protecção da vida humana e da natureza.

Aconselha-se a visita.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Arvore Genealógica

- Mãe, vou casar!
- Jura, meu filho?! Estou tão feliz! Quem é a moça?
- Não é moça. Vou casar com um moço. O nome dele é Murilo.
- Você falou Murilo... Ou foi meu cérebro que sofreu um pequeno surto psicótico?
- Eu falei Murilo. Por que, mãe? Tá acontecendo alguma coisa?
- Nada, não. Só minha visão que está um pouco turva. E meu coração, que talvez dê uma parada. No mais, tá tudo óptimo.
- Se você tiver algum problema em relação a isto, melhor falar logo...
- Problema? Problema nenhum. Só pensei que algum dia ia ter uma nora... Ou isso.
- Você vai ter uma nora. Só que uma nora... Meio-macho.. Ou um genro meio fêmea.
Resumindo: uma nora quase macho, tendendo a um genro quase fêmea...
- E quando eu vou conhecer o meu. A minha... O Murilo?
- Pode chamar ele de Biscoito. É o apelido.
- Tá! Biscoito... Já gostei dele... Alguém com esse apelido só pode ser uma pessoa bacana. Quando o Biscoito vem aqui?
- Por quê?
- Por nada. Só pra eu poder desacordar seu pai com antecedência.
- Você acha que o Papai não vai aceitar?
- Claro que vai aceitar!
- Lógico que vai. Só não sei se ele vai sobreviver... Mas isso também é uma bobagem. Ele morre sabendo que você achou sua cara-metade... E olha que espectáculo: as duas metades com bigode.
- Mãe, que besteira...
- Hoje em dia... Praticamente todos os meus amigos são gays.
- Só espero que tenha sobrado algum que não seja... Pra poder apresentar pra tua irmã.
- A Bel já tá namorando.
- A Bel? Namorando?! Ela não me falou nada... Quem é?
- Uma tal de Veruska.
- Como?
- Veruska...
- Ah! Bom! Que susto!
- Pensei que você tivesse falado Veruska.
- Mãe!!!...
- Tá..., tá..., tudo bem.... Se vocês são felizes. Só fico triste porque não vou ter um neto...
- Por que não? Eu e o Biscoito queremos dois filhos. Eu vou doar os espermatozóides. E a ex-namorada do Biscoito vai doar os óvulos.
- Ex-namorada? O Biscoito tem ex-namorada?
- Quando ele era hétero... A Veruska.
- Que Veruska?
- Namorada da Bel...
- "Peraí". A ex-namorada do teu actual namorado... E a actual namorada da tua irmã. Que é minha filha também... Que se chama Bel.
- É isso? Porque eu me perdi um pouco...
- É isso. Pois é... A Veruska doou os óvulos. E nós vamos alugar um útero.
- De quem?
- Da Bel.
- Mas. Logo da Bel?! Quer dizer então... Que a Bel vai gerar um filho teu e do Biscoito. Com o teu espermatozóide e com o óvulo da namorada dela, que é a Veruska...
- Isso.
- Essa criança, de uma certa forma, vai ser tua filha, filha do Biscoito, filha da Veruska e filha da Bel.
- Em termos...
- A criança vai ter duas mães: você e o Biscoito. E dois pais: a Veruska e a Bel.
- Por aí...
- Por outro lado, a Bel..., além de mãe, é tia... Ou tio.... Porque é tua irmã.
- Exacto. E no ano que vem, vai ter um segundo filho. Aí o Biscoito é que entra com o espermatozóide. Que dessa vez vai ser gerado no ventre da Veruska... Com o óvulo da Bel. A gente só vai trocar.
- Só trocar, né? Agora o óvulo vai ser da Bel. E o ventre da Veruska.
- Exacto!
- Agora eu entendi! Agora eu realmente entendi...
- Entendeu o quê?
- Entendi que é uma espécie de swing dos tempos modernos!
- Que swing, mãe?!!....
- É swing, sim! Uma troca de casais... Com os óvulos e os espermatozóides, uma hora no útero de uma, outra hora no útero de outra...
- Mas.
- Mas uns tomates! Isso é um bacanal de última geração! E pior... Com incesto no meio...
- A Bel e a Veruska só vão ajudar na concepção do nosso filho, só isso...
- Sei!!!... E quando elas quiserem ter filhos...
- Nós ajudamos.
- Quer saber? No final das contas não entendi mais nada. Não entendi quem vai ser mãe de quem, quem vai ser pai de quem, de quem vai ser o útero, o espermatozóide... A única coisa que eu entendi é que....
- Que…?
- Fazer árvore genealógica daqui pra frente... vai ser f......!

Crónica do Luís Fernando Veríssimo - Folha de S. Paulo

sábado, 23 de janeiro de 2010

O vaso “rachado” da velhinha chinesa

Uma velhinha chinesa tinha dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.

Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Todos os dias ela ia ao rio buscar água, e ao fim da longa caminhada do rio até casa o vaso perfeito chegava sempre cheio de água, enquanto o “rachado” chegava meio vazio.

Durante muito tempo a coisa foi andando assim, com a velhinha a chegar a casa somente com um vaso e meio de água.

Naturalmente o vaso perfeito tinha muito orgulho do seu próprio resultado e o pobre vaso “rachado” tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só metade daquilo que deveria fazer.

Ao fim de dois anos, reflectindo sobre a sua própria amargura de ser “rachado”, durante o caminho para o rio, o vaso “rachado” disse à velhinha:

«Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que tenho faz-me perder metade da água durante o caminho até à tua casa...»

A velhinha sorriu e respondeu, «Reparaste que lindas flores há no teu lado do caminho? Somente no teu lado do caminho? Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. E, todos os dias, enquanto voltávamos do rio, eras tu quem as regavas. Foi assim que durante dois anos pude apanhar belas flores para enfeitar a mesa e alegrar o meu lar. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa!»

Cada um de nós tem os seus próprios defeitos. Mas são os defeitos que cada um de nós tem, que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante.

É preciso aceitar cada um pelo que é... e descobrir o que há de bom nele!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

O pedido de empréstimo

Um advogado de Nova Orleães pediu um empréstimo em nome de um cliente que perdera sua casa aquando do furacão Katrina e queria reconstruí-la.
Foi-lhe comunicado que o empréstimo seria concedido logo que ele pudesse apresentar o título de propriedade original da parcela da propriedade que estava a ser oferecida como garantia.
O advogado levou três meses para seguir a pista do título de propriedade datado de 1803.
Depois de enviar as informações para o Banco, recebeu a seguinte resposta:
"Após a análise do seu pedido de empréstimo, notámos que foi apresentada uma certidão do registo predial. Cumpre-nos elogiar a forma minuciosa do pedido, mas é preciso salientar que o senhor tem apenas o título de propriedade desde 1803. Para que a solicitação seja aprovada, será necessário apresentá-lo com o registo anterior a essa data".
Irritado, o advogado respondeu da seguinte forma:
Recebemos a vossa carta respeitante ao processo nº.189156. Verificámos que os senhores desejam que seja apresentado o título de propriedade para além dos 194 anos abrangidos pelo presente registo. De facto, desconhecíamos que qualquer pessoa que fez a escolaridade neste país, particularmente aqueles que trabalham na área da propriedade, não soubesse que a Luisiana foi comprada, pelos E.U à França, em 1803.
Para esclarecimento dos desinformados burocratas desse Banco, informamos que o título da terra da Luisiana antes dos E.U. terem a sua propriedade foi obtida a partir da França, que a tinha adquirido por direito de conquista da Espanha.
A terra entrou na posse da Espanha por direito de descoberta feita no ano 1492 por um capitão da marinha chamado Cristóvão Colombo, a quem havia sido concedido o privilégio de procurar uma nova rota para a Índia pela rainha Isabel de Espanha.
A rainha, sendo uma mulher piedosa e quase tão cautelosa com os títulos de propriedade como o vosso Banco, tomou a precaução de garantir a bênção do Papa, ao mesmo tempo em que vendia as suas jóias para financiar a expedição de Colombo.
Presentemente, o Papa - isso temos a certeza de que os senhores sabem - é o emissário de Jesus Cristo, o Filho de Deus, e Deus - é comummente aceite - criou este mundo. Portanto, creio que é seguro presumir que Deus também foi possuidor da região chamada Luisiana. Deus, portanto, seria o primitivo proprietário e as suas origens remontam a antes do início dos tempos, tanto quanto se sabe, e o Banco também. Esperamos que, para vossa inteira satisfação, os senhores consigam encontrar o pedido de crédito original feito por Deus.
Agora, que está tudo esclarecido, será que podemos ter o nosso empréstimo?"

O empréstimo foi concedido.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Gestão ao estilo “wrestling entertainment”

Toda e qualquer organização, digna desse nome, privada ou governamental, pressupõe uma visão sistémica (hierarquia, estratégia, meios e pessoas em interacção), ou seja, um sistema com subsistemas em permanente auto-produção onde o todo é mais que a simples soma das partes.

A gestão, de uma organização, é por norma pragmática, ou seja, é preciso fazer escolhas e direccionar as opções, no entanto alguns gestores acham que adquiriram por usucapião o direito natural de serem gestores, no entanto não é na convicção que se encontra a chave mágica e, ainda menos em vertigens, acumuladas nos sótãos de alguma “intelegentsia” apaixonada confessa de lugares que acomete certas cabecinhas pensadoras, associando dois fenómenos transversais: a vontade de escorraçar e a vontade de não ouvir.

Pretendendo um regresso a passados “gloriosos” e o fim de tempos negros de ocupação intelectual, alguns gestores de “gestão ao estilo wrestling entertainment” olham para a gestão como um subproduto, não se mostrando muito preocupados com o tempo e dinheiro que é desperdiçado todos os dias nas organizações devido à má gestão das emoções ligadas ao poder.

Pior que o impacto dessa metodologia de gestão é a forma como, este tipo de gestores (teoricamente composto por pessoas inteligentes, com um certo grau de escolaridade e preparados para conduzirem pessoas), distorcem os padrões de relações no espaço em questão, optando por ameaças implícitas e comunicação agressiva, alicerçados na esperança de que, tal como diria Goebbells, repetindo a mentira até à exaustão, esta se transforme numa verdade... por exaustão.

A criatividade e o espírito de grupo estão arredados, quase sempre, pois tanto uma como outra, não surgem por imposição mas, impreterivelmente, associadas à qualidade da comunicação e do relacionamento dentro da organização. Sem tal, não existe espaço tanto para o crescimento natural como para a detecção e evitamento de erros, os quais são sistematicamente adiados.

Os maiores erros, destes gestores, são a perda não só de informação mas, igualmente, de visão e capacidade de reacção, pois passam o tempo a queixarem-se dos “meninos maus” que lhes roubam o brinquedo no recreio.

Quando se gere e não se ouve, acaba-se por cegar, não só quanto há realidade, mas também quanto ao que se julga conhecer. Ou seja, gerir é saber lidar com situações de insucesso e valorizar os, mesmo que pequenos, progressos, é um desafio com permanentes dificuldades, imprevistos e frustrações, que acabam por gerar, é certo, inseguranças e ansiedades difíceis de aceitar, mas que são importantes para o sucesso e compreensão do seu próprio impacto.

Mais cedo ou mais tarde é chegado o tempo de se deitarem os búzios e perspectivar o futuro e, quanto ao dar para o torto, com a existência de tais kalimeros, será sempre uma questão de tempo.

Baseado em alguns excertos do artigo “Basta ouvir...” de Rui Grilo, (2007)

Recordar o passado: Computador Bendix G15 (1956)


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Ciclos da Vida

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos, não importa o nome que damos.
O que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã...
Todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas.
Portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu génio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa...
Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba.
Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Acerte em tudo que puder acertar. Mas, não se torture com seus erros.

By Paulo Coelho

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A Lição do Ratinho

Serve para aqueles que se sentem seguros na actual crise mundial.
O que é mau para alguém pode ser mau para todos...

“Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo todos:
- Há uma ratoeira na casa… há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até ao porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, há uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela disse:
- O quê? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho. A ratoeira, tudo indicava, tinha apanhado a sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia sido apanhado.
No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha apanhado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro levou-a de imediato para o hospital.
Ela voltou com febre.
Toda a gente sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou no cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou por morrer. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar toda aquela gente”.

Moral da História:
Na próxima vez que ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um pode ser o problema de todo!

PS: excelente fábula para ser divulgada principalmente em grupos de trabalho!
“Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos”.

Esta serve de lição para todos nós.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Tu que tiveste a tua infância durante os anos 60, 70 ... Como podes ter sobrevivido?


Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem airbag!
Afinal de contas... Íamos soltos no banco de trás aos saltos e na galhofa. E isso não era perigoso!
As camas tinham grades e os brinquedos eram multicores com pecinhas que se soltavam ou no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas” contendo chumbo ou outro veneno qualquer.
Não havia trancas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos, detergentes ou químicos domésticos.
Andávamos de bicicleta para lá e para cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotoveleiras...
Bebíamos água em potes de barro, da torneira, duma mangueira, ou duma fonte e não águas minerais em garrafas ditas “esterilizadas”.
Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolamentos e aqueles que tinham a sorte de morar perto duma ladeira asfaltada, podiam tentar bater recordes de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham economizado a sola dos sapatos, que eram usados como travões... Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Íamos brincar na rua com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer.
Não havia telemóveis... Os nossos pais não sabiam onde estávamos! Era incrível!
Tínhamos aulas só de manhã, e íamos almoçar a casa.
Quando tínhamos piolhos a nossa mãe lavava-nos a cabeça com “Quitoso” e com um pente fininho removia a piolhada toda.
Braços engessados, dentes partidos, joelhos esfolados, cabeça rachada. Alguém se queixava disso? Não!
Comíamos doces à vontade, pão com Tulicreme, bebidas com o (perigoso) açúcar. Não se falava de obesidade.
Quando comprávamos aqueles tubinhos de Fá naquela mercearia da esquina, vinha logo o pessoal todo a pedir um “coche” e dividíamos com os nossos amigos. Bebiam todos pelo mesmo tubinho e nunca ninguém morreu por isso.
Nada de Playstations, Nintendo,X boxes, jogos de Vídeo, televisão por satélite, televisão a Cabo nem DVD’s, Dolby surround.
O telemóvel era ficção científica.
Computador? Internet? Só amigos.
Brincávamos sempre na rua e éramos super activos...
A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms da nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar.
É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível? Jogávamos futebol na rua, muitas vezes com a baliza sinalizada por duas pedras...
Ás vezes quando éramos muitos tínhamos que ficar de fora sem jogar nem ser substituído... mas nem era o “FIM DO MUNDO”!
Na escola havia bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a moda dos superdotados, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperactividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte!
As nossas festas eram animadas por gira-discos , afazerem aqueles cliques da agulha a deslizar nos discos de vinil.
As bebidas, eram claro, a deliciosa groselha com cubinhos de gelo.
Tínhamos:
Liberdade,
Fracassos,
Sucessos e
Deveres... e aprendíamos a lidar com cada um deles!
A única verdadeira questão é: Como conseguimos sobreviver?
E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade?
Também és dessa geração?
Se sim, então lê este post aos teus amigos desse tempo, e também aos teus filhos e sobrinhos, para que eles saibam como era no... Nosso tempo!
Sem dúvida vão responder que era uma chatice, mas ...
Como éramos felizes!

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Estações de comboio do Mundo

Portugal

Inglaterra

Coreia do Sul

Japão

França

Dubai

Índia

Paquistão

A procura


Books e mais Books

A editora Springer oferece agora via-Bon o acesso a várias centenas de e-books em texto integral divididos por 13 colecções, de entre as quais destacamos, entre outros:  Arquitectura e Design, Economia, Gestão, Informática, Ciências Sociais e Matemática.

Verifique em ( Books)

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O sonho está em stand by.


Cada homem carrega consigo comportamentos inibidores e comportamentos libertadores. A maior parte dos homens utiliza, somente, uma pequena parte deles.
A exploração de novas vias – não apenas geográficas – sempre comporta um risco. Tem custos psicológicos importantes, até mesmo desencorajadores para quem não tem confiança nos benefícios futuros e na própria capacidade de suscitá-los.
Ou seja, numa época em que a crise, por vezes empolada em demasia, nos entra pela porta dentro, o futuro passa pelo empreendedorismo. Claro que o empreendedorismo implica risco, mudança, o ser “desviante” do pensamento instituído e isto não está ao alcance de todos. É, preferível seguir a palavra de ordem: o desinvestimento.
Tal como dizia o poeta “Eles não sabem, nem sonham… que o sonho comanda a vida… que sempre que um homem sonha… o mundo pula e avança… como bola colorida… entre as mãos de uma criança”.
Na nossa equipa, alguns, ousaram sonhar e, tentaram fazer parte da rede de sonhos empreendedores.
Outros, pertenças de grupos, que vivem fechados em universos de crenças e credos, discípulos e/ou devotos de determinada (s) doutrina (s), a cujas consciências, impõem-se princípios, tais como: utilitarismo, segurança, conforto, optaram por estes, ou seja, pela segurança rotineira que oferece o conforto dos caminhos conhecidos.
Em suma, fez-se tudo certo, mas correu tudo mal.

domingo, 20 de dezembro de 2009

Mulheres Andina (Lima / Peru)


O banco de suplentes de uma equipa andina do campeonato nacional de futebol das mulheres indígenas.

sábado, 19 de dezembro de 2009

Cimeira de Copenhaga: Acordo climático não vinculativo marca o fim.


O Acordo de Copenhaga, segundo as organizações ambientalistas, é uma falsa partida, um fracasso histórico. Não só ignora a Ciência, como se guia pelos interesses nacionais de alguns países.
É, ainda, um documento sem ambição, acaba com a liderança da UE e é um desastre para os sonhos europeus.


Fonte: Expresso

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Civilização maia


Compartilhamos com vocês as, maravilhosas, obras do escultor Mario Morasan baseadas na civilização maia. A civilização maia foi uma cultura mesoamericana pré-colombiana, notável não só pelos seus mais de 3000 anos, como pela escrita.
A civilização maia divide muitas características com outras civilizações da mesoamérica, devido ao alto grau de interacção e difusão cultural que caracteriza a região. Avanços como a escrita, epigrafia ou o calendário não se originaram com os maias; no entanto, esta civilização desenvolveu-os plenamente.
Contrariando a crença popular, o povo maia nunca "desapareceu", ainda, hoje milhões vivem na mesma região e muitos deles, ainda, falam alguns dialectos da língua original.

 
A não perder.

Cimeira de Copenhaga: Mudanças Climáticas



A Cimeira de Copenhaga chega hoje ao fim. O impasse negocial e as divergências, entre os 25 líderes mundiais, poderão levar as gerações futuras ao caos ambiental. Será o futuro do planeta o que retrata o vídeo? Muitos de nós nunca o chegarão a saber, mas as gerações seguintes serão testemunhas, ou nao, do que aqui é retratado.

Fonte do Video: Quercus

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O que, por vezes, comemos (Bitola / Macedônia)


Porcos alimentam-se de detritos, depositados numa lixeira, junto às torres de resfriamento de uma fábrica.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Cimeira de Copenhaga: Uma reflexão


Esta é a última de uma série de reuniões, que tiveram a sua origem na Cimeira do Rio em 1992. Todos esperamos que a Cimeira de Copenhaga seja um momento histórico para a humanidade e para o planeta.
Dedicada ao clima, por um lado, ambiciona a redução de gases poluentes e, por outro lado, poderá abrir as portas a uma nova Economia Mundial, baseada nas novas tecnologias renováveis. Tendo por objectivo “encontrar” um substituto para o Protocolo de Quioto, que termina em 2012, todos esperamos que não seja o “assassinato” de Quioto, mas a efectivação das reduções de emissões de gases com efeito de estufa.
Fazendo fé nas palavras de Ban Ki-moon, proferidas a 22 de Setembro, «a incapacidade de concluir um acordo global, sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa, em Copenhaga seria moralmente indesculpável, de vistas curtas em termos económicos e politicamente mal avisado». O secretário-geral da ONU defendeu, ainda, que «as alterações climáticas são a questão dominante da geopolítica e economia mundiais do século XXI, uma questão que afecta a equação mundial do desenvolvimento, da paz e da prosperidade».

Jo Yao Pé de Couve? (Hefei / China)


Jo Yao e as suas couves no mercado de Hefei na China.
Uma nova versão da história de  "João e o Pé de Feijão"?

domingo, 13 de dezembro de 2009

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

domingo, 6 de dezembro de 2009

A invenção


Enviado pelo nosso amigo Carlos M. Pires

sábado, 5 de dezembro de 2009

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Dia Internacional Contra a Violência Contra as Mulheres

Assinala-se hoje o Dia Internacional Contra a Violência Contra as Mulheres.
Este ano, em Portugal, já morreram 26 mulheres vítimas de violência doméstica. Mais de metade têm menos de 35 anos e os homicídios tentados chegam já aos 42 casos. Segundo o jornal «Público», os números da União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR) são provisórios. A grande maioria dos actos de violência continua a não ser denunciada por medo e vergonha. Tal como as vítimas, os agressores têm um novo perfil. O indivíduo bêbedo ou toxicodependente dá agora lugar a um homem jovem, entre os 25 e os 40 anos, com alguma instrução e socialmente bem estruturado. No entanto, no íntimo do lar abusa da violência física e psicológica. Ele pode ser o marido, companheiro, namorado ou o ex-marido, o ex-companheiro e ex-namorado, que não aceitou o fim da relação. Em média, uma mulher em cada três sofre de violência na sua vida, desde espancamentos a relações sexuais impostas ou outras formas de maus-tratos, segundo um relatório do secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, divulgado em Outubro.
As campanhas são mais visíveis, mesmo assim os actos de violência são cada vez mais perigosos e com resultados fatais. As associações de apoio à vítima e de luta contra a violência defendem que é a partir da mudança de mentalidades que o cenário se pode alterar.

Fonte: TVI 24 e Publico
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Teoria crítica: Estudos de retórica e cultura


Textos dos mais diversificados autores e para todos os gostos:

Theodor W. Adorno; Louis Althusser; Jean Baudrillard; Jorge Luis Borges; Pierre Bourdieu; Judith Butler; Hélène Cixous; Guy Debord; Gilles Deleuze; Félix Guattari; Jacques Derrida; Umberto Eco; Michel Foucault; Antonio Gramsci; Jürgen Habermas; Stuart Hall; Donna J. Haraway; Fredric Jameson; Arthur and Marilouise Kroker; Jean-François Lyotard; Herbert Marcuse; Mark Poster; Paul Virilio; Raymond Williams e, ainda, outros.

A não perder:
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Black Eyed Peas: “I Gotta Feeling” Live


Uma acção promocional, da banda Black Eyed Peas, surpreendeu a apresentadora Oprah Winfrey.
Tudo estava combinado para a realização de um show da banda em Chicago, para executar o hit ”I gotta feeling”, na abertura da nova temporada do programa da apresentadora.
A surpresa ficou por conta da atitude da plateia, que realizou a MAIOR ACÇÃO DE FLASH MOB de que se tem noticia até hoje. Sem que Oprah soubesse, Will.i.am criou com um grupo de dançarinos uma coreografia e chamou 80 fãs para o espectáculo de TV.
As 80 pessoas aprenderam os passos e ensinaram-nos a mais de 20.000.
Veja o vídeo aqui.
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Instituto do Cancro da Mama: Um gesto fará uma enorme diferença

O Instituto do Cancro da Mama está com uma importante campanha.
Vamos manter o site do cancro da mama? Não custa nada.
O site do cancro da mama está com problemas pois não tem o número de acessos e cliques necessários para alcançar a quota que lhes permite oferecer UMA mamografia gratuita diariamente a mulheres de baixo rendimento.
Demora menos de um segundo ir ao site e clicar na tecla cor-de-rosa que diz “Campanha da Mamografia Digital Gratuita”.
Não custa nada e é por meio do número diário de pessoas que clicam, que os patrocinadores oferecem a mamografia em troca de publicidade.

http://www.thebreastcancersite.com/
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