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sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012

Que o amor, a paz e a felicidade façam parte
da vidas de todos neste novo ano que
está se iniciando.
BOAS FESTAS!!!!

sábado, 24 de dezembro de 2011

Feliz Natal

quinta-feira, 13 de maio de 2010

A viagem

Há algum tempo atrás li um livro que comparava a vida a uma viagem de trem.
Uma leitura extremamente interessante, quando bem interpretada. Isso mesmo, a vida não passa de uma viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, alguns acidentes, agradáveis surpresas em muitos embarques e grandes tristezas em alguns desembarques.
Quando nascemos, entramos nesse magnífico trem e nos deparamos com algumas pessoas, que julgamos, estarão sempre nessa viagem connosco, nossos pais. Infelizmente isso não é verdade, em alguma estação eles descerão e nos deixarão órfãos do seu carinho, amizade e companhia insubstituível.
Isso porém, não nos impedirá que durante o percurso, pessoas que se tornarão muito especiais para nós, embarquem.
Chegam nossos irmãos, amigos, filhos e amores inesquecíveis! Muitas pessoas embarcarão nesse trem apenas a passeio, outras encontrarão no seu trajecto somente tristezas e ainda outras circularão por ele prontos a ajudar quem precise.
Vários dos viajantes quando desembarcam deixam saudades eternas, outros tantos quando desocupam seu assento, ninguém nem sequer percebe.
Curioso é constatar que alguns passageiros que se tornam tão caros para nós, acomodam-se em vagões diferentes dos nossos, portanto somos obrigados a fazer esse trajeto separados deles, o que não nos impede é claro que possamos ir ao seu encontro.
No entanto, infelizmente, jamais poderemos sentar ao seu lado, pois já haverá alguém ocupando aquele assento. Não importa, é assim a viagem, cheia de atropelos, sonhos, fantasias, esperas, despedidas.
Façamos essa viagem então, da melhor maneira possível, tentando nos relacionar bem com os outros passageiros, procurando em cada um deles o que tiverem de melhor, lembrando sempre que em algum momento eles poderão fraquejar e precisaremos entender, porque provavelmente também fraquejaremos e com certeza haverá alguém que nos acudirá com seu carinho e sua atenção.
O grande mistério afinal é que nunca saberemos em qual paragem desceremos, muito menos nossos companheiros de viagem, nem mesmo aquele que está sentado ao nosso lado. Eu fico pensando se quando descer desse trem sentirei saudades.
Acredito que sim, me separar de muitas amizades que fiz será no mínimo doloroso, deixar meus filhos continuarem a viagem sozinhos será muito triste com certeza... mas me agarro na esperança que em algum momento estarei na estação principal e com grande emoção os verei chegar.
Estarão provavelmente com uma bagagem que não possuíam quando embarcaram e o que me deixará mais feliz será ter a certeza que de alguma forma eu fui uma grande colaboradora para que ela tenha crescido e se tornado valiosa.
Amigos façam com que a nossa estada nesse trem seja tranquila, que tenha valido a pena e que quando chegar a hora de desembarcarmos o nosso lugar vazio traga saudades e boas recordações para aqueles que prosseguirem a viagem.

Fonte: Anónimo da net

sábado, 23 de janeiro de 2010

O vaso “rachado” da velhinha chinesa

Uma velhinha chinesa tinha dois grandes vasos, cada um suspenso na extremidade de uma vara que ela carregava nas costas.

Um dos vasos era rachado e o outro era perfeito. Todos os dias ela ia ao rio buscar água, e ao fim da longa caminhada do rio até casa o vaso perfeito chegava sempre cheio de água, enquanto o “rachado” chegava meio vazio.

Durante muito tempo a coisa foi andando assim, com a velhinha a chegar a casa somente com um vaso e meio de água.

Naturalmente o vaso perfeito tinha muito orgulho do seu próprio resultado e o pobre vaso “rachado” tinha vergonha do seu defeito, de conseguir fazer só metade daquilo que deveria fazer.

Ao fim de dois anos, reflectindo sobre a sua própria amargura de ser “rachado”, durante o caminho para o rio, o vaso “rachado” disse à velhinha:

«Tenho vergonha de mim mesmo, porque esta rachadura que tenho faz-me perder metade da água durante o caminho até à tua casa...»

A velhinha sorriu e respondeu, «Reparaste que lindas flores há no teu lado do caminho? Somente no teu lado do caminho? Eu sempre soube do teu defeito e portanto plantei sementes de flores na beira da estrada do teu lado. E, todos os dias, enquanto voltávamos do rio, eras tu quem as regavas. Foi assim que durante dois anos pude apanhar belas flores para enfeitar a mesa e alegrar o meu lar. Se tu não fosses como és, eu não teria tido aquelas maravilhas na minha casa!»

Cada um de nós tem os seus próprios defeitos. Mas são os defeitos que cada um de nós tem, que faz com que nossa convivência seja interessante e gratificante.

É preciso aceitar cada um pelo que é... e descobrir o que há de bom nele!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Ciclos da Vida

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final.
Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.
Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos, não importa o nome que damos.
O que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Foi despedido do trabalho?
Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais?
Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?
Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.
Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.
Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã...
Todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem connosco.
O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora.
Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.
Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Deixar ir embora.
Soltar.
Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas.
Portanto, às vezes ganhamos e às vezes perdemos.
Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu génio, que entendam seu amor.
Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".
Antes de começar um capítulo novo é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa...
Nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.
Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.
Encerrando ciclos.
Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba.
Mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.
Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
Acerte em tudo que puder acertar. Mas, não se torture com seus erros.

By Paulo Coelho

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

A Lição do Ratinho

Serve para aqueles que se sentem seguros na actual crise mundial.
O que é mau para alguém pode ser mau para todos...

“Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.
Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo todos:
- Há uma ratoeira na casa… há uma ratoeira na casa!
A galinha disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até ao porco e disse:
- Há uma ratoeira na casa, há uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas minhas orações.
O rato dirigiu-se à vaca. E ela disse:
- O quê? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.
Naquela noite ouviu-se um barulho. A ratoeira, tudo indicava, tinha apanhado a sua vítima.
A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia sido apanhado.
No escuro, ela não viu que a ratoeira tinha apanhado a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...
O fazendeiro levou-a de imediato para o hospital.
Ela voltou com febre.
Toda a gente sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou no cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou por morrer. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar toda aquela gente”.

Moral da História:
Na próxima vez que ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um pode ser o problema de todo!

PS: excelente fábula para ser divulgada principalmente em grupos de trabalho!
“Nós aprendemos a voar como os pássaros, a nadar como os peixes, mas ainda não aprendemos a conviver como irmãos”.

Esta serve de lição para todos nós.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Tu que tiveste a tua infância durante os anos 60, 70 ... Como podes ter sobrevivido?


Os carros não tinham cintos de segurança, apoios de cabeça, nem airbag!
Afinal de contas... Íamos soltos no banco de trás aos saltos e na galhofa. E isso não era perigoso!
As camas tinham grades e os brinquedos eram multicores com pecinhas que se soltavam ou no mínimo pintados com umas tintas “duvidosas” contendo chumbo ou outro veneno qualquer.
Não havia trancas de segurança nas portas dos carros, chaves nos armários de medicamentos, detergentes ou químicos domésticos.
Andávamos de bicicleta para lá e para cá, sem capacete, joelheiras, caneleiras e cotoveleiras...
Bebíamos água em potes de barro, da torneira, duma mangueira, ou duma fonte e não águas minerais em garrafas ditas “esterilizadas”.
Construíamos aqueles famosos carrinhos de rolamentos e aqueles que tinham a sorte de morar perto duma ladeira asfaltada, podiam tentar bater recordes de velocidade e até verificar no meio do caminho que tinham economizado a sola dos sapatos, que eram usados como travões... Depois de acabarmos num silvado aprendíamos.
Íamos brincar na rua com uma única condição: voltar para casa ao anoitecer.
Não havia telemóveis... Os nossos pais não sabiam onde estávamos! Era incrível!
Tínhamos aulas só de manhã, e íamos almoçar a casa.
Quando tínhamos piolhos a nossa mãe lavava-nos a cabeça com “Quitoso” e com um pente fininho removia a piolhada toda.
Braços engessados, dentes partidos, joelhos esfolados, cabeça rachada. Alguém se queixava disso? Não!
Comíamos doces à vontade, pão com Tulicreme, bebidas com o (perigoso) açúcar. Não se falava de obesidade.
Quando comprávamos aqueles tubinhos de Fá naquela mercearia da esquina, vinha logo o pessoal todo a pedir um “coche” e dividíamos com os nossos amigos. Bebiam todos pelo mesmo tubinho e nunca ninguém morreu por isso.
Nada de Playstations, Nintendo,X boxes, jogos de Vídeo, televisão por satélite, televisão a Cabo nem DVD’s, Dolby surround.
O telemóvel era ficção científica.
Computador? Internet? Só amigos.
Brincávamos sempre na rua e éramos super activos...
A pé ou de bicicleta, íamos à casa dos nossos amigos, mesmo que morassem a kms da nossa casa, entrávamos sem bater e íamos brincar.
É verdade! Lá fora, nesse mundo cinzento e sem segurança! Como era possível? Jogávamos futebol na rua, muitas vezes com a baliza sinalizada por duas pedras...
Ás vezes quando éramos muitos tínhamos que ficar de fora sem jogar nem ser substituído... mas nem era o “FIM DO MUNDO”!
Na escola havia bons e maus alunos. Uns passavam e outros eram reprovados. Ninguém ia por isso a um psicólogo ou psicoterapeuta. Não havia a moda dos superdotados, nem se falava em dislexia, problemas de concentração, hiperactividade. Quem não passava, simplesmente repetia de ano e tentava de novo no ano seguinte!
As nossas festas eram animadas por gira-discos , afazerem aqueles cliques da agulha a deslizar nos discos de vinil.
As bebidas, eram claro, a deliciosa groselha com cubinhos de gelo.
Tínhamos:
Liberdade,
Fracassos,
Sucessos e
Deveres... e aprendíamos a lidar com cada um deles!
A única verdadeira questão é: Como conseguimos sobreviver?
E acima de tudo, como conseguimos desenvolver a nossa personalidade?
Também és dessa geração?
Se sim, então lê este post aos teus amigos desse tempo, e também aos teus filhos e sobrinhos, para que eles saibam como era no... Nosso tempo!
Sem dúvida vão responder que era uma chatice, mas ...
Como éramos felizes!

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Astérix, o gaulês: 50 anos de vida.

Faz, no próximo dia 29 de Outubro, 50 anos que René Goscinny e Albert Uderzo, nos deram a conhecer a aldeia gaulesa de Astérix, nas páginas da revista francesa Pilote.
No seu imaginário, Uderzo e Goscinny, apresentaram-nos um pequeno gaulês de bigode farfalhudo que tinha como melhor amigo Obélix, um desajeitado, mas simpático personagem, com uma força gigantesca e que adorava comer javalis.
Os dois amigos habitavam uma pequena aldeia Gaulesa que resistia, às constantes investidas das legiões romanas, dirigidas por Júlio César, graças a uma poção mágica inventada pelo druida Panoramix.
Uderzo e Goscinny, apresentaram, ainda, personagens como Abraracourcix, o chefe da aldeia, o bardo Assurancetourix ou o pequeno cão Ideiafix, pertença de Obélix.
O primeiro volume, saído em 1961 intitulava-se “Astérix, o Gaulês”.
Os 50 anos de Astérix, serão assinalados no próximo dia 22 de Outubro, em 19 países europeus, com a publicação em simultâneo, do álbum “O Aniversário de Astérix e Obélix – O Livro de Ouro”, cuja tiragem será na ordem dos 3,5 milhões de exemplares.
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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Ainda em Campanha Eleitoral




Barack Obama imortalizou a frase “Yes, we can”, ou seja, “Sim, podemos”.
Na candidatura, da qual fazemos parte, “Porque nós vivemos o Lavradio” acreditamos que os Lavradienses, tal como nós, fazem parte da “nova ordem”, que por um lado, acredita nos comportamentos libertadores e, por outro lado, acredita nos benefícios futuros e na sua própria capacidade de suscitá-los, perante não só a sociedade, mas a localidade de que é membro.
Sim, podemos... porque nós vivemos o Lavradio e a onda da mudança cresce.
Agradecemos à nossa amiga Sandra Valeriote que do outro lado do atlântico, nos vai dando força com a sua simpatia, a qual partilhamos com todos os nossos leitores.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Prémio Sociologia e Antropologia para Principiantes

A todos os blogs contactados.
O nosso blog decidiu atribuir-vos o prémio "Este bolg tem o seu quê de especial".
Este prémio é intransmissível e só pode ser atribuído pelo blog, "Sociologia e Antropologia para Principiantes", pelo que não o poderão passar a ninguém.
Agradecemos apenas que exista um link para o nosso blog.
Deve ser levantado somente pelos Blogs contactados.
Parabéns pelo vosso contributo à blogosfera.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Caro amigo

Uma simpatia do blog amigo Singularidade e Ponto , como uma forma de selar uma amizade que cresce e floresce, e que partilhamos com todos os nossos amigos e amigas. O nosso muito obrigado.

"Caro amigo, hoje escrevo a ti.
Não a você que se encontra do outro lado, na dimensão da loucura, e já nem olha para traz.
Nem a você que está do lado dito por muitos como comum; Que corre, trabalha, ri e chora, e participa da grande evolução.
Hoje eu escrevo a ti; A você que se encontra bem debaixo do grande Portal, e olhando para ambos os lados, nem ao menos pensa, apenas sente; Sensibilidade arranhada, machucada pela grande queda.
A você, que ao se levantar viu-se diante da grande pedra; Pedra intitulada por muitos como Filosofal.
Hoje escrevo a você, que sorriu ao ver que na pedra estavam todas as respostas.
A você que depois chorou, ao constatar que as respostas estavam escritas em uma linguagem indecifrável.
Portanto calma; Eu apenas peço que você me toque, pois me tocando, nos tornaremos um; Um com o Todo.
E estando o Todo em nós, é possível ler; É possível nos compreender."

sábado, 24 de janeiro de 2009

Prémio Dardos: Os distinguidos

“Com o Prémio Dardos reconhecem-se os valores que cada blogger emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc., que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os bloggers, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web".

Este Prémio obedece a algumas regras:
1) Exibir a imagem do selo;
2) Linkar o blog pelo qual se recebeu a indicação;
3) Escolher outros blogs a quem entregar o Prémio Dardos.

Dito isto e sabendo, igualmente, que um blog se constrói e se constitui através de um “namoro” constante e permanente entre o que é publicado e os leitores (também bloggers), por norma pessoas prudentes, inteligentes e de espírito aberto, ou seja, pessoas com quem gostamos de estar e partilhar, optámos por atribuir o Prémio Dardos, a todos os leitores, oriundos de 37 países, que até hoje nos visitaram.
Em sua representação, entregamos o Prémio Dardos a todos os 17 seguidores deste blog.

Prémio Dardos

Bem… em Portugal temos um ditado e/ou expressão popular que diz: “Agora é que a porca torce o rabo”, ou seja, agora é que ficámos sem palavras e sem saber o que fazer. A surpresa é mais do que muita, por mais este prémio tão gentilmente concedido pelos blogs Ponto Singular e Beijo Azul. Agradecemos o reconhecimento e, uma vez mais, prestamos homenagem a todos os nossos leitores, eles, também, verdadeiros merecedores dos prémios que nos têm sido atribuídos, pois o que seria de um autor sem leitores?
Um muito obrigado a todos.

PS: Ainda hoje afixaremos a lista dos blogs a quem atribuiremos o Prémio Dardos. A tarefa será, sem duvida, Hercúlea.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Prémio Beautiful Blogger Award

Como já escrevêramos em tempos, este blog, tal como nós, não seria o que é, se não fossem as visitas diárias dos nossos leitores, que nos fazem trilhar os caminhos necessários para tentarmos ser, a cada dia que passa, melhores no que pensamos e no que expomos.
Quando criámos o blog, Sociologia e Antropologia para Principiantes, era unicamente nossa intenção usar a internet e, no caso especifico, a blogosfera como um meio e/ou rede social no qual nos pudéssemos, apresentar num sistema, digamos, de “auto-edição” e sem intermediários.
Estávamos, contudo, longe de imaginar que um dia teríamos a honra de ser premiados pelos nossos leitores. É, portanto com uma enorme satisfação e humildade que agradecemos ao blog Ponto Singular, o Prémio Beautiful Blogger Award, que tão gentilmente nos concedeu.
O nosso muito obrigado.

domingo, 4 de janeiro de 2009

2009

Olá caros amigos e amigas,
Apesar do atraso, pois também temos direito a uns dias de férias, não queremos desejar-vos aquelas frases feitas de FELIZ 2009! PAZ, SAÚDE E PROSPERIDADE...
Queremos apenas que em 2009 todos os vossos projectos se realizem ou comecem a se realizar.
Queremos que em 2009 façam muitos amigos e que conservem os que já têm.
Queremos paz para vocês e para os vossos familiares.
Queremos que recebam amor, respeito, compreensão, carinho, amizade.
Queremos a vossa mesa farta todos os dias.
Queremos a vossa carteira recheada, o suficiente para atenderem, pelo menos, às vossas necessidades e aos vossos desejos, até aos mais simples.
Queremos que vocês sejam promovidos no trabalho ou que abram o vosso próprio negócio.
Queremos que não se esqueçam da vossa verdadeira essência, pois isso é o mais importante.
Queremos que vocês se sintam alegres o ano todo e que essa alegria possa ser contagiante.
Queremos que vocês tenham uma saúde de ferro e disposição suficiente para dar e vender.Queremos que vocês encontrem a vossa cara-metade.
Queremos que namorem. Que casem. Que amem com intensidade...
Mas, queremos essencialmente que vocês continuem a ser as pessoas maravilhosas que são.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

" Teus Olhos Negros, Tua Tez Morena "

Fascina-me a brancura da açucena
as flores alvas são as mais bonitas
mas me atraem com forças infinitas
teus olhos negros, tua tez morena.

Como as flores, também, casta e serena,
aos desejos de amar, por certo, incitas,
porém só vejo, em ânsias vãs, aflitas,
teus olhos negros, tua tez morena.

Arrastaria tudo, humildemente
(a alma, livre da angústia que a condena),
para ter-te afinal sempre presente,

e se adorar-te fosse a minha pena,
amaria em silêncio, eternamente,
teus olhos negros... tua tez morena.

( Poema de JG de Araujo Jorge extraído do livro
"Os Mais Belos Poemas Que O Amor Inspirou"
Vol. IV - 1ª edição 1965)

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Feliz Natal


Caros Amigos e Amigas, desejamos-vos, um Natal Feliz na companhia de familiares e amigos.
Este blog, tal como nós, não seria o que é, se não fossem as vossas visitas.
São vocês, amigos e amigas, que nos fazem trilhar os caminhos necessários para tentarmos ser, a cada dia que passa, melhores no que pensamos e no que aqui expomos.
O nosso sincero Obrigado.